O mais tradicional desfile de carnaval de rua de São Paulo | Carnaval 2016 | 31/01/2016

Carnaval 2010!

Em 2010, o Bloco Carnavalesco Amigos da Vila Mariana saiu pelas ruas do bairro, mais uma vez, para homenagear nossa querida Vila com o samba “2000 é 10, a minha Vila é 100”!


A festa teve sua concentração no Largo Ana Rosa. Os convidados e simpatizantes do movimento começaram a chegar às 14 horas, conforme havia sido divulgado. Crianças e adultos, amigos e familiares, membros e convidados naquele entrosamento típico de todos os anos.


E este ano o Maracatu nos acompanhou com um grupo que chegou e alegrou. Depois, o samba correu solto, na concentração e no desfile, que teve o antigo carro de som estilo trio elétrico, proporcionando à festa um som melhor e mais contagiante.


A bateria contou com o apoio e participação da Lavapés, do Ipiranga que, junto aos Amigos da Vila Mariana, consagraram o Carnaval 2010. O mestre de bateria deste ano foi o Pedro Kissassa, que nos anos anteriores tocou na Bateria e, como sempre, realizou um trabalho excelente! Também estava lá nosso vereador Dalton Silvano, nosso colaborador, juntamente com seu acessor Jorge Portugal.


Nossa querida Branquinha, como sempre, apresentou imponentemente nosso estandarte azul e amarelo! Acompanhada de duas lindas passistas, convidadas da Lavapés. Uma homenagem e tanto!


Do alto do trio elétrico estavam puxando o samba nosso querido Gui Lacerda, Dudu, Eli, Jorge Vespero e Paulinho. Anchieta caminhava com felicidade e tranqüilidade no burburinho, homenageando a festa!
O itinerário realizado foi a Rua Vergueiro, seguindo pela Rua Estela, Rua Cubatão, Rua José Antônio Coelho e retornando ao Largo via Domingos de Morais. Assim, novamente, moradores da região também puderam curtir o desfile de suas casas e aproveitar pra entrar na procissão azul e amarela.


Em homenagem ao Seu Edu (ééééééé...!), um dos principais fundadores do GRCBC Amigos da Vila Mariana falecido na semana anterior, foi feito um minuto de silêncio durante o percurso. Em seguida, a bateria entoou a música “Silêncio no Bexiga”, de Geraldo Filme, com marcação de surdo. Os puxadores fizeram um pequeno discurso, agradecendo também o filho de Seu Edu que estava presente na festa.


Após o retorno ao Largo Ana Rosa, os convidados puderam curtir uma batucada e, como em todos os anos, o samba se estendeu até mais de 22h.


O Bloco Carnavalesco Amigos da Vila Mariana, rumo a 2011, faz sua roda de samba todo segundo sábado do mês no Largo Ana Rosa a partir das 15h.


Não perca! E nos vemos lá!




Por Débora Ocsemberg.

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Wednesday’s news that Marc

Wednesday’s news that Marc Jacobs would make his Louis Vuitton Spring 2014 show his last as the creative leader michael kors of the brand was a lot of things, but it wasn’t exactly surprising. Rumors had been swirling for months that talks to extend Jacobs’ 16-year tenure at the brand weren’t going louis vuitton anywhere, and in the days before the show, news outlets like Women’s Wear Daily reported that the decision had been gucci outlet made that Jacobs would leave to focus on expanding his own brand, in which LVMH is a major investor. It’s a major move that has a lot of implications across the fashion industry, starting with the rumors about who will take over at Louis Vuitton and what it means for the brand’s bags.

With michael kors outlet all that in mind, the split between Jacobs and Vuitton may prove to be a well-timed one for both sides of the business. It still seems strange to consider a post-Marc louis vuitton outlet Jacobs Louis Vuitton, but undoubtedly, the show will go on for all involved.
As much as Jacobs’ tenure at Vuitton is associated with prolific handbag sales and the emergence of Vuitton’s enormous Christian Louboutin Outlet profile among fashion lovers, the move (which Jacobs’ claims was made the morning of the Spring 2014 show – I’m not sure that I believe him) comes at a fortuitous time gucci bags for brand. LVMH has made no bones about its desire to steer Louis Vuitton in the direction of more traditional luxury, and Jacobs’ aesthetic has always been more driven by splashy louis vuitton handbags visuals and pop culture references than by what looks or feels obviously expensive. That served LV well for the better part of two decades, but as the tastes of high-end consumers michael kors outlet shift to something more streamlined and, at times, discreet, it only makes sense that a change in creative talent would hasten Vuitton’s aesthetic shift. Not to mention that attaching a new louis vuitton purses name to a brand can powerfully alter consumer expectations and perceptions, beyond those based purely on aesthetics. If Vuitton wants to ask consumers to think of it differently, offering a completely louis vuitton new perspective increases the odds that consumers will be willing to listen.
That leaves Marc Jacobs, of course. He and LVMH head Bernard Arnault have gone out of their way to assure louis vuitton the public that the parting of Jacobs and Vuitton is an amicable one. (Jacobs thanked him by name in his final show’s notes, and they did an interview together afterward.) The louis vuitton bags most oft-heard explanation (and the one reiterated by Jacobs himself) for the split is that he wants to focus on his own brands, which have grown slightly dusty by certain measures Michael Kors Outlet in recent years. The company recently expanded into cosmetics, though, and with the kind of brand recognition that they have, there’s certainly room and opportunity to grow with all of Jacobs’ louis vuitton outlet creative energy focused on their revival. The hope seems to be for an IPO in the next few years, perhaps inspired by Michael Kors’ recent public offering.